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sábado, 14 de abril de 2012

FIB

Blogger Eduardo P.L disse...
Rui,

muito boa a temática!Acontece que nós ( Portugal e Brasil ) vivemos no ocidente e nossos regimes são capitalista! ( Nada de chavões como " capitalismo selvagem" ) Regime capitalista, ponto. O que esse monarca atrasado, de um país pobre, esta criando ( BIF ) é u´a maneira, que outros regimes, no passado recente, encontravam para tapar o sol com a peneira! A felicidade de cada um esta no que ele pretende da vida! As pretensões dependem da informação, cultura, educação, e meio. Os índios não aculturados, no Brasil, tem um PIF muito maior que os aculturados, e nem por isso o capitalismo é o culpado. A culpa é do Cabral, que os descobriu....

7:12 PM
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Blogger Silvares disse...
Ahahahah, o velho Cabral continua preenchendo o nosso imaginário. Se não fosse ele teria sido outro e aí a História seria diferente. Parece-me que a Felicidade é um óptimo indicador para medir o sucesso de um regime (político ou económico). Quanto ao chavão... o capitalismo poderia ser mais domesticado e menos selvagem, não acha?
8:31 PM
Blogger banzai disse...
hahaha Boa Eduardo. Não entendo de economia, mas teria que domesticar o bicho selvagem a rédeas curtas, onde o bicho vai parar desse jeito?
Não consegui visualizar a posição do Brasil (e o Japão?)
madoka
10:06 AM
Blogger expressodalinha disse...
Acho que a nossa mentalidade é exactamente essa. E a mentalidade é o que nós somos como povo. Qt ao capitalismo, não é fácil domá-lo, como se tem visto. A alternativa é o feudalismo. Até agora, a História não produziu outros regimes consistentes (salvo devaneios ideológicos de curta duração e muita mortandade).
12:22 PM
Blogger Eduardo P.L disse...
Rui,
concordo que sempre é preciso vigilância e freio curto na ganância dos agentes financeiros, e empreendedores insaciáveis.Mas culpar, sempre, o "capitalismo", ou chama-lo de "selvagem", é bordão da esquerda frustrada em diversas tentativas, de outros regimes! Não se inventou nada melhor do que o capitalismo. Há que saber administra-lo. Duas leis são fundamentais: " Livre concorrência", e "Oferta e procura". Importante deixar o ESTADO o mais longe possível do mercado, e investir em EDUCAÇÃO. O resto se resolve!

1:13 PM
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Blogger Eduardo P.L disse...
Madoka,

pelo estudo, que o Rui se referiu, quanto mais ricos são os países, maior é o FIB. O Japão deve estar bem colocado nesse quesito. Mesmo porque, a obediência e submissão do povo oriental, entra com outros parâmetros para serem aferidos! A felicidade é subjetiva e relativa. Difícil de ser comparada!

1:19 PM
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Blogger banzai disse...
tem razão Eduardo, como aferir isso não é mesmo? difícil de comparar, mesmo porque a pesquisa foi realizado por uma instituição ocidental. Pelos meus olhos o FIB em terras nipônicas não estão no topo do ´bem estar reluzente´ não, mas é bem aquilo que vc diz, a FIB é subjetiva e relativa.
Madoka
1:52 AM
Blogger expressodalinha disse...
No oriente o trabalho é um caminho para a divindade... assim também eu!
5:33 PM
Blogger Silvares disse...
Madoka, o que nos faz pensar que o PIB é objectivo e rigoroso? Talvez os fatos-com-gravata dos senhores do dinheiro. Mais as suas indecifráveis caras-de-pau? O FIB é tão credível quanto o PIB, o problema é não "mexer" em dinheiro.

Jorge, estou em crer que a História está à espera que alguém se lembre de um modelo alternativo.É uma questão de imaginação humana e vontade política. Mas nós sabemos do que depende a vontade política... assim o capitalismo vai continuar a fazer figura de coisa menos má (que coisa boa a gente sabe que não é!).

Eduardo, só espero que a frustração da esquerda em não conseguir encontrar um regime alternativo suficientemente eficaz não a faça desistir. A direita e o capitalismo são animais perigosos (por muito que lhe custe aceitar esta terminologia) e bem selvagens.
7:14 PM
Blogger Eduardo P.L disse...
Rui,

durante toda minha vida, desde muito jovem, era taxado de direita pela esquerda, e de esquerdista pela direita, portanto, esses adjetivos não me dizem nada. Tenho uma liberdade muito grande de pensar o que eu bem entender! Às vezes discontentando a esquerda ( em geral burra, e recalcada ) e às vezes batendo de frente com a direita ( muitas vezes truculenta e irracional ).

7:57 PM
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11:32 AM
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12:31 PM
Blogger rui sousa disse...
O conceito que muitos têm de felicidade é que lhes estraga a vida. Para muita gente felicidade é ter uma vida fácil e sem problemas, quando eu acho que felicidade é podermos correr atrás do que queremos. Dá-me uma certa vontade de rir quando vejo o mundo Ocidental a tremer com a perspectiva de poder deixar de “ter”. Quando estivemos na eminência de sermos invadidos por Espanha, depois da morte de D. Fernando, foi o povo que foi ter com o Mestre de Avis e lhe ofereceu a sua vida para lutarem juntos por aquilo que queriam. Quantos de nós, hoje em dia, estão dispostos a isso? Quando a Alemanha se preparou para invadir a Inglaterra, todos nos lembramos quais foram as palavras de Churchill: “sangue, suor e lágrimas”, “ Entram nesta ilha mas só por cima dos nossos cadáveres “. A Inglaterra era uma democracia, e os ingleses podiam ter corrido com ele, mas disseram sim ao seu líder, e muitos morreram mas é esse o preço que se paga para se viver como se quer. Os índios da América morreram a lutar pela sua forma de vida ( desgraçados dos que se renderam, hoje vivem como ratos ) e é isso que cada um tem que fazer; fazer aquilo que quer e gosta. Ser livre não é podermos nadar no pântano da informação e na sofisticação informática/ electrónica, é vivermos de acordo com o que queremos. Parece simples, mas dá trabalho.



O Capitalismo tráz à superfície o pior de nós ( a ganância, a indiferença, a raiva, a vingança, etc. ), mas num contexto diferente, se invertermos a ordem de prioridade das coisas pode também tirar o melhor que há em nós. A liberdade e a lei da oferta e da procura podem ser usadas de muitas formas. Muhammad Yunus no seu trabalho à frente do Grameen Bank operou um pequeno milagre num dos países mais pobres do mundo, o Bangladesh. E qual a fórmula? Premiar com reconhecimento e prestigio e não com dinheiro. A história está toda bem contada nos seus livros … e não me parece que ele perca muito tempo a pensar se é de esquerda ou de direita.

Já agora só mais um pormenor. O Muhammad Yunus ganhou na altura o prémio nóbel da paz, pois eu acho que ele deveria ter ganho antes o prémio nóbel da economia, porque é disso que se trata, de uma nova maneira de ver e usar a economia.
12:37 PM
Blogger Eduardo P.L disse...
Rui Sousa,

concordo com você em muitos pontos! Tenho dito que : " Feliz aquele que, na vida, não teve tempo para pensar em felicidade"!
Quanto a essa bobagem de esquerda ou direita, também acho que só deveria significar sinal de trânsito.


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